magine
que você levou um ano desenvolvendo um novo
produto. Para lançá-lo, promoveu
um grande evento com formadores de opinião,
celebridades, fez comercial na TV, rádio,
jornal, revista, mobiliário urbano, criou
um campanha de marketing direto, ambiente online
para se relacionar com o consumidor, promoção
e conseguiu fazer uma boa campanha viral. Até
aqui o script estaria perfeito se não fosse
por um detalhe cada vez mais fundamental nas estratégias
de marketing: as ações de trade
marketing.
O seu produto pode ser Top of Mind, mas se ele
não estiver bem posicionado no ponto de
venda, se não houver treinamento da força
de vendas, parceria com varejista, ações
de degustação, demonstração
e merchandising, na hora que ele for comprar não
adiantará nada ter feito todas aquelas
ações do início do texto.
Simplesmente o seu produto não vai vender
conforme você gostaria.
Por isso, e por trazer retorno de curto prazo,
a indústria está investindo cada
vez mais neste segmento. Há quem reclame
até que parte de seu orçamento esteja
diminuindo porque o departamento comercial precisa
de munição para negociar bons espaços
no ponto de venda. Hoje, um espaço de destaque
num supermercado é tão ou mais disputado
do que um horário nobre na TV. “Isso
é uma realidade na indústria”,
observa Denílson Claro, Diretor de Marketing
do Wal-Mart no Brasil. “A verba que eles
reservam para trabalhar branding tem sido otimizada
e a verba de trade marketing tem aumentado justamente
para impactar o consumidor no momento da compra”,
afirma em entrevista ao Mundo do Marketing.
Contato:
rodrigohussar@hotmail.com
Fonte:
Porta de Marketing©
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