ma
abordagem mais direta sobre um outro artigo que
escrevi, “O presente do trabalho e que achamos
que ainda é futuro”. Estamos feitos
loucos vivendo uma era na qual já deveríamos
estar cientes do que esse novo mercado profissional
vêm nos demonstrando nestes últimos
cinco anos e o que chamamos de “a era do
conhecimento” continua ainda sendo realidade
para poucos. Às vezes parecemos com aquela
frase dita por Henry Ford: “O que eu quero
é um bom par de mãos, infelizmente
tenho que levá-las com uma pessoa presa
a elas!”, e isso no auge da revolução
automobilística ou as idéias sedimentadas
por Frederick Taylor durante o processo de reengenharia
dos anos 90. Calma, não que isso não
tenha sido importante para aquela época
ou até mesmo para épocas atuais.
A problemática é que estes conceitos
ainda estão tão enraizados nos modelos
de negócios atuais e, principalmente na
mentalidade de muitos indivíduos que, sinceramente,
eu não sei o que está se desenvolvendo
como conteúdo “de resultado”
para se viver nesta época, onde a capacitação
emocional e profissional são fundamentais.
Fico perplexo quando ouço de gerentes,
vendedores, secretárias, enfim, pessoas
que exercem papéis fundamentais dentro
das empresas nas quais atuam ainda proferirem
frases como: “quem tem que pagar o treinamento
ou minha capacitação é a
empresa, pois estou trabalhando para ela”.
Sarcasticamente adoro quando essas pessoas são
demitidas e caem na realidade operante no mercado
de trabalho atual. Elas ficam louquinhas, atirando
para todos os lados e totalmente perdidas. Ai
eu pergunto: o que esse individuo fez ou está
fazendo com o conhecimento que recebeu no banco
da universidade? E pior, de que forma está
processando as informações decorrentes
ao seu trabalho e atuação no mercado?
Não sou tão velho assim, e falar
de décadas para mim é lembrar do
que meus antecessores fizeram e de que forma isso
pode ser útil para mim agora, pois, o que
vejo é que as coisas só estão
se repetindo.
Não estamos mais na era industrial mas,
muitos ainda insistem em proceder assim, talvez
sem perceber. Estão de mãos dadas
com o passado e representam no presente tudo,
menos que estão vivendo na era do conhecimento.
Aparece um sujeito de nome James Hunter, creio
que você já tenha ouvido falar, e
começa a trazer a tona conceitos que muitos
de nós estávamos aprendendo por
volta de 2000 – 2001 e, os mais afoitos,
diriam se não há três mil
anos atrás. O ano, 2005-2006!
O desenvolvimento da eficiência pessoal
só será possível quando realmente
reconhecermos que o que temos já é
possível efetuarmos pequenas e grandes
mudanças em nossas vidas pessoais e profissionais,
entender de uma vez por todas que, se você
não investir, não processar informação
e gerar conhecimento a partir de novas habilidades
comportamentais e emocionais você será
substituído, simples assim!
Quanto a nós facilitadores, coach, consultores,
sinceramente, sentimos o maior prazer quando olhamos
para atrás e vimos que as novas sementes
que plantamos deram frutos e desejamos que nunca
mais voltem à sua forma original. Creio
que a hora não é mais essa, ela
já foi. Ou você faz o que precisa
ser feito ou faça parte da equipe dos excluídos.
Não vejo nenhum problema quanto a isso,
caso você realmente queira participar, por
que de uma forma ou de outra, como sociedade,
precisamos das duas partes.
É a lei natural do processo. Uns vão
outros ficam, faça sua escolha. Como escolher,
é fácil: deixar de acreditar que
investir em qualificação emocional
e profissional é obrigatoriedade da empresa;
imunizar-se definitivamente de que, o que você
vale é o que você conhece; aprender
que somos parceiros de negócios e de conhecimentos,
e não relação patrão
x empregado e, por fim, entender que vivemos em
momentos dinâmicos e de muitos negócios,
ser flexível e adaptar-se rapidamente vai
lhe garantir a vanguarda ou pelo menos continuar
no negócio.
Salve! Salve! A era das múltiplas relações.
Bom, pode não ser tão fácil
assim como eu disse mas, o que você tem
a perder?
Autor:
Victor Duarte é
coach, trainer e facilitador, diretor da RH Objetiva
Treinamento e Desenvolvimento Humano. Trabalha
com organizações que visam fazer
seu pessoal trabalhar melhor em conjunto, e com
indivíduos que desejam melhorar suas habilidades.
Tem amplos conhecimentos em Marketing de Relacionamento
e Varejo, Líder Motivacional e Vendas e
certificado como Master em Programação
Neuro-lingüística pelo ABNLP.
Contato:
victorduarte-rh@bol.com.br
Fonte:
Porta de Marketing©
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